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Carreta a
tração humana
A
miniatura da imagem reproduz uma carreta, conhecida
popularmente na época como "piolho", puxada por escravos. A
gravura na qual o modelo se baseia foi feita por Debret, na
década de 1820, no Rio de Janeiro. As mercadorias haviam
sido liberadas pela alfândega e os escravos as estão
transportando para a casa do proprietário. Era indispensável
haver um homem de confiança no grupo para evitar furtos no
trajeto
1822 |
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A Liteira
Esse modelo de liteira foi feito de acordo com as gravuras
de Debret, dá década de 1820. Eram usadas pelas famílias de
ricos fazendeiros nas viagens da cidade do Rio de Janeiro
até os engenhos de cana de açúcar
1823 |
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Os primeiros ônibus do Rio de Janeiro
O primeiro serviço de ônibus efetivo no Rio de Janeiro
surgiu em julho de 1838, com dois carros de dois pavimentos.
A Companhia de Ônibus, concessionária do serviço, foi criada
por iniciativa de Aureliano de Sousa e Oliveira Coutinho,
Paulo Barbosa da Silva, José Ribeiro da Silva, Manoel
Odorico Mendes e Carlos Augusto Taunay. Este último foi
constituído agente da companhia, e fez contato com
capitalistas que se interessassem em investir. As linhas da
companhia deveriam partir do Centro para Botafogo, Engenho
Velho e São Cristóvão no princípio, para posteriormente se
estenderem a outros locais. Após dificuldades iniciais, como
a oposição dos proprietários de carros de praça, a companhia
prosperou bastante. A imagem mostra um ônibus francês
contemporâneo à época do empreendimento carioca, e
provavelmente semelhante àqueles utilizados aqui
1838 |
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As "Gôndolas Fluminenses"
As
gôndolas foram um tipo de veículo de transporte coletivo com
capacidade de levar nove passageiros, menores, portanto, que
os ônibus. A idéia de se estabelecer este tipo de serviço no
Rio de Janeiro foi de autoria dos franceses Martin e C. Foi
feito um requerimento no período da Regência, referendado a
17 de outubro de 1838, sendo concedido um privilégio de dez
anos para a exploração do serviço. Deveriam ser instaladas
cinco linhas, mas durante bastante tempo só havia duas, em
função de dificuldades econômicas. Posteriormente, contudo,
graças à perseverança de seus proprietários, dentre eles
Carlos Augusto Taunay, a companhia prosperou. Uma das razões
de seu sucesso era o preço de $120, muito inferior ao dos
ônibus
1850 |
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O
primeiro bonde do Brasil
Em
30 de janeiro de 1859, começava a circular experimentalmente
o primeiro bonde do Brasil, por iniciativa de Thomas
Cochrane, que, para tal, criou a "Companhia de Carris de
Ferro da Cidade à Boa Vista". A inauguração dos serviços
regulares se deu em 26 de março de 1859, com a presença de
do Imperador D.Pedro II e sua esposa. A força animal foi
substituída em 1862 pelo vapor, mas a empresa, não
conseguindo superar dificuldades financeiras, faliu em 1866
1858 |
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