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As carruagens do Rei-Sol
Durante o reinado de
Luís XIV, a França assumiu a dianteira no desenvolvimento
dos carros, introduzindo inovações técnicas. As carruagens
foram ornamentadas com finas pinturas, obras de grandes
artistas da época. O museu de Cluny conservou o modelo de
uma carruagem de Luís XIV, que nos mostra novas conquistas:
a estrutura da suspensão traseira, e a solução trazida para
o eixo dianteiro giratório, graças a rodas menores que as
rodas traseiras, que permitia às rodas girar sob a caixa. O
rei-Sol gostava dos passeios em viatura, e se mostrava
habitualmente em sua carruagem de gala nas festas, muito
freqüentes na época (século
XVII). A única carruagem real que subsistiu na França é
aquela da sagração de Charles X, irmão de Luís XVI, em 1825,
que vemos na imagem. (século XVIII)
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Tração humana por necessidade
Aproximadamente desde o século XVII ficou estabelecida a
estrutura das carretas, carroças e veículos similares. Se
excetuarmos alguns detalhes, elas permanecerão as mesmas até
o século XX. Em algumas viaturas, o condutor ficava sentado
sobre as costas do animal, enquanto que outras eram puxadas
por três cavalos, algumas por dois. Destaca-se a leveza e
mobilidade já atingidas, a ponto de dois homens poderem
arrastar um veículo, em caso de necessidade. Estes dois
camponeses, após terem sido obrigados a comer seus animais,
assumem o lugar das bestas de tração, continuando sua fuga
desesperada diante do invasor turco. (1698 D.C) |
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